18 de marzo de 2007

Sob minha testa


Assim. Aqui começa a viagem. Ando despreocupado com o fim do cabelo que tenho. Ele vai, ventoa, voa, viaja comigo. Ando mais encantado com o espelho do mundo -qualquer canto capaz de transcender vida e morte- que o espelho do banheiro da residência. A Plaza de Mayo é bem assim. Venta meu cabelo e eu só o acompanho para não ficar para trás. Uso o tempo vazio para forjar um mundo que me parece real. Da praça para a janela sob minha testa.

1 comentario:

carricas dijo...

muda mesmo, pq não paramos de mudar nunca.'